segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Esta é turma do PT - Só gente boa

Pedófilo que assessorava Gleisi é transferido para ala psiquiátrica de presídio e ameaça contar tudo

Fora de controle – Do arroganteEduardo Gaievski, prefeito de Realeza, que obrigava meninas de 12 anos a fazer sexo com ele sob a ameaça de demissão de parentes que trabalhavam na prefeitura, pouco sobrou. O prepotente ex-assessor especial de Gleisi Hoffmann na Casa Civil, que dava ordens aos gritos para prefeitos do interior do Paraná, “virou pó”. Pelo menos é essa a conclusão a que se chega diante do comportamento do cidadão que, preso, foi abandonado pelos companheiros do PT, incluindo a ministra Gleisi, e deve ser condenado a pesada pena de prisão.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Porque os EUA espiona o Brasil.

Carlos Alberto Montaner é um jornalista e escritor cubano, autor do clássico e imperdível Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano, em parceria com o peruano Alvaro Vargas Llosa e o colombiano Plinio Apuleyo Mendonza. Em sua coluna no Miami Herald, ele conta que um antigo embaixador americano lhe confidenciou porque o governo Dilma é espionado pelo governo americano.
Sua resposta não poderia ser mais franca e direta:

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Obama recebe Ex-Terrorist presidente do Brasil.

Notícias da semana no Brasil é que Dilma vai desafiar Obama sobre o embargo Cuba em sua reunião privada na Casa Branca. Ela vai dizer que a Organização dos Estados da América exige que Cuba seja reintegrada ao grupo. 

Gostaríamos de saber como poderia beneficiar o Brasil? Por que não tratar sobre questões brasileiras? Pelo contrário, isso só pode prejudicar o país, mas Dilma trabalha mais para o ramo marxista dos globalistas do que para sua própria nação. Recentemente Dilma financiou um projecto EUA $ 1 BI para um porto em Cuba, enquanto infra-estrutura no Brasil está caindo aos pedaços.
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CNJ ainda não se pronunciou sobre os escândalos envolvendo Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso.

Fora da lei – Há quem acredite na cegueira da Justiça, mas isso não passa de folclore de quinta, principalmente quando o assunto é Brasil, a barafunda e dublê de país que oficializou o desmando. Nos últimos dias, em franca e acelerada atividade, o Conselho Nacional de Justiça parece ter tirado da gaveta a cimitarra da moralidade e imposto penas duras a juízes que transgrediram as regras, para não dizer que fizeram do Judiciário um balcão de negócios.
É assim que os brasileiros esperam que as instituições públicas funcionem, dentro da legalidade e punindo de forma exemplar os ilegais, mas é preciso que a regra valha para indistintamente, até porque reza a Constituição Federal que “todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza”.

Criminoso da ditadura não pode ter cargo público, diz ministra.

SÃO PAULO - A ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário, disse nesta sexta-feira, 15, em São Paulo que pessoas envolvidas em situação de morte, tortura e desaparecimento forçado no período da ditadura militar não devem ocupar funções públicas. Ela fez a afirmação ao responder a uma pergunta sobre as denúncias de que o atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol, José Maria Marin, teria contribuído para a morte do jornalista Vladimir Herzog.

"Eu penso que todas as pessoas que comprovadamente estiveram envolvidas em situação de morte, tortura e desaparecimentos forçados não devem ocupar funções públicas no País", afirmou. "Porque os que cometeram - e se cometeram comprovadamente estes atos -, traíram qualquer princípio ético de dignidade humana e não devem ocupar funções de representação."
A ministra não citou o nome de Marin e fez questão de enfatizar que as denúncias precisam ser comprovadas. Ela esteve em São Paulo para participar da cerimônia realizada na USP para homenagear o estudante Alexandre Vannuchi Leme, morto sob tortura em 1973, e também para entregar oficialmente à família do jornalista Vladimir Herzog, também morto sob tortura, em 1975, o novo atestado de óbito.
A viúva de Herzog, Clarice, também falou na ocasião sobre a polêmica em torno de Marin. Lembrou que, pouco antes de Vladimir assumir seu cargo na TV Cultura, em 1975, o jornalista Claudio Marques, que assinava uma coluna num jornal semanal de São Paulo, escreveu que aquele emissora estava sendo tomada por comunistas.

Fonte: Estadão.br

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Exército inaugura poço artesiano movido a energia solar no RN

O mesmo sol que não dá trégua para chuvas alimentará a fonte de água de uma comunidade rural na região Seridó do Rio Grande do Norte. Como parte das obras de combate à seca, o Exército Brasileiro inaugura nesta sexta-feira (20) um poço artesanal movido a energia solar no Sítio Juá, localizado no município de São João do Sabugi. O Comando Militar do Nordeste tem a meta de instalar 200 poços artesianos na região nordestina.
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Wikileaks tira a máscara da mídia brasileira e comprova: estão a serviço dos EUA.

Aconteceu o que já era de conhecimento dos menos desavisados. A grande imprensa brasileira foi finalmente desnudada, com tudo comprovado em documentos oficiais e sigilosos. Quem ainda tinha motivos para outorgar credibilidade à estes veículos e seus jornalistas, não tem mais

Novos documentos vazados pela organização WikiLeaks trazem à tona detalhes e provas da estreita relação do USA com o monopólio dos meios de comunicação no Brasil semicolonial.
Um despacho diplomático de 2005, por exemplo, assinado pelo então cônsul de São Paulo, Patrick Dennis Duddy, narra o encontro em Porto Alegre do então embaixador John Danilovich com representantes do grupo RBS, descrito como “o maior grupo regional de comunicação da América Latina“, ligado às organizações Globo.
O encontro é descrito como “um almoço ‘off the record’ [cujo teor da conversa não pode ser divulgado], e uma nota complementar do despacho diz: “Nós temos tradicionalmente tido acesso e relações excelentes com o grupo”.
Outro despacho diplomático datado de 2005 descreve um encontro entre Danilovich e Abraham Goldstein, líder judeu de São Paulo, no qual a conversa girou em torno de uma campanha de imprensa pró-sionista no monopólio da imprensa no Brasil que antecedesse a Cúpula América do Sul-Países Árabes daquele ano, no que o jornalão O Estado de S.Paulo se prontificou a ajudar, prometendo uma cobertura “positiva” para Israel.

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