quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Marcelo Madureira - fala o que acha do Lula - o que nem todo mundo tem co


Opinião do Cascione: "Roberto Carlos e o clip da Globo"

Apresento minhas "REFLEXÕES", democraticamente sujeitas a objeções e discordâncias.
Aí vão elas: o programa deste fim de ano do Rei Roberto Carlos poderia ter sido simplesmente a reexibição dos melhores momentos dos seus programas dos anos anteriores. 

Mas, não. A GLOBO fez, como sempre, um clip publicitário do Rio de Janeiro (e dá-lhe Corcovado, Arcos da Lapa, Bondinho de Santa Tereza, Baía de Guanabara) como se o Brasil fosse sempre apenas o Rio, como se as belezas do Brasil estivessem apenas no Rio, como se nada existisse além do Rio, CÉRRRTO ?

No programa de ontem, tristemente "politicamente correto", engoli cacos de novelas e noveleiros em cenas lacrimosas, e fui atropelado por um DJ, o famosíssimo Quem? enquanto a espetacular orquestra, seu maestro e os grandes músicos não foram mencionados e tiveram que sair de cena para dar lugar à mesinha do DJ.

O clip para propagandear a Copa do Mundo, o Rio de Janeiro, e as coisas GLOBAIS está pronto. Mas, o Magnífico Roberto Carlos não precisaria ter feito o que fez.

Mesmo assim, e apesar de tudo, quando ele começa a cantar, torna-se
incomparável.

Senador cearense delira e diz que estádios da Copa servem para provar a inteligência do brasileiro

Maluco beleza – Senador pelo PCdoB cearense e responsável por sentar-se sobre o relatório da CPI das Ongs, que deu em nada para preservar a “companheirada” gatuna, Inácio Arruda precisa acertar o discurso, sob pena de ser considerado um alienígena.
Em recente discurso no plenário do Senado Federal, o comunista Inácio Arruda defendeu a construção dos novos estádios para a Copa de 2014, em especial o de Fortaleza, o Arena Castelão, em cujo entorno é fácil constatar a ausência do Estado, pois adolescentes prostituíssem no local.
Arruda, em sua falação irresponsável, disse que a apesar das críticas de muitos, os estádios servirão para provar a capacidade e a inteligência dos brasileiros. Nas cidades escolhidas para sediar jogos do Mundial, algumas delas por mera ingerência política, estão sendo erguidos estádios que após a competição serão elefantes brancos. É o caso das arenas de Brasília, Cuiabá, Manaus e Natal.
O Brasil não precisa torrar dinheiro público para provar inteligência e capacidade ao mundo, quando se sabe que a expertise do atual governo é um misto de inoperância com corrupção. Como conhecido comunista que é, Inácio Arruda deveria cobrar do Palácio do Planalto investimentos em saúde, educação, infraestrutura, segurança e outras áreas mais, pois trata-se de uma necessidade diuturna do cidadão e uma garantia prevista de forma tácita na Constituição Federal.
A sandice discursiva de Inácio Arruda prova a tese de que nada é mais direitista no mundo do que a esquerda no poder. Afirmação de tal natureza em qualquer parte do planeta já teria se transformado em manchete dos principais noticiosos e piada em nove entre dez botecos. O Ceará merece representante melhor no Senado.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Marco Maia não descarta dar abrigo para impedir prisão de mensaleiros


Depois de sucessivas declarações sugerindo que a Câmara deveria descumprir a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de cassar os mandatos de deputados mensaleiros condenados, o petista Marco Maia (RS) foi além nesta quinta-feira e não descartou abrir os portões da Casa para impedir a prisão dos parlamentares. Como a Polícia Federal não tem autorização para entrar no Congresso, os três deputados condenados - Valdemar Costa Neto (PR-SP), João Paulo Cunha (PT-SP) e Pedro Henry (PP-MT) - ficariam asilados no local.
A possibilidade foi aventada durante perguntas de jornalistas na entrevista concedida pelo presidente da Câmara nesta quarta. O petista afirmou que a prisão dos parlamentares, na sua opinião, seria inconstitucional. “Uma das coisas que a Constituição previu de forma sábia é que nenhum parlamentar pode ser preso a não ser em flagrante delito ou depois de condenação transitada em julgado, o que significa que a Constituição é muito clara em relação à impossibilidade da prisão de parlamentares. Nós temos que aguardar os acontecimentos para ver qual o impacto e o que isto vai significar do ponto de vista do posicionamento que o Parlamento e a Câmara dos Deputados irão tomar em relação a essa situação”, disse.
A prisão imediata dos mensaleiros será decidida nesta sexta-feira pelo presidente do STF, Joaquim Barbosa, em resposta ao pedido feito pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel. "É uma suposição tão vaga que nem acredito que isso possa acontecer. (E se acontecer), aí teremos que pensar no que fazer", afirmou Marco Maia.
Maia disse ainda que “se não houver decisão definitiva até dia 1º de fevereiro sobre a prisão dos condenados, o deputado José Genoíno (PT) terá direito de reassumir seu mandato”. "À Casa caberá apenas cumprir a Constituição”, disse.
O presidente da Câmara também rebateu a afirmação do decano do STF, ministro Celso de Mello, que criticou a resistência do petista em cumprir a determinação da corte para cassar os mandatos dos mensaleiros. "Não é razoável e eu nem acredito que nenhum ministro teria a vontade ou a condição de tentar intimidar o presidente da Câmara ou o próprio Parlamento com qualquer tipo de ameaça. Até mesmo, porque a decisão sobre quem vira ministro do STF é do Parlamento. É o Senado que toma essa decisão. Até porque quem cassa ministro do STF é o Parlamento”, disse.
(Com Agência Brasil, Agência Câmara e Estadão Conteúdo)

Fonte: portal Veja

Depois das 6 mil creches que são só SETE, Dilma vai deixar de construir 800 aeroportos

Empolgado com a inauguração da Arena Castelão, o neurônio solitário que se empolga até quando inaugura pedras fundamentais enxergou no primeiro estádio pronto para abrigar jogos da Copa do Mundo outra evidência de que governa uma potência de impressionar presidente americano. Faltam 11, mas o pontapé inicial bastou para que Dilma Rousseff desandasse na discurseira: “O Castelão honra o Brasil e mostra pro Brasil inteiro que nós somos capazes, sim, não só di ganhá o jogo no campo mas di ganhá o jogo fora do campo”, caprichou no domingo em Fortaleza.

“Nesse momento, olhando este estádio, nós sabemos que nós damos conta das mais diferentes, das mais importantes ações e obras”, gabou-se a supergerente de araque. Nem todas, nem tantas, alertara na véspera mais um apagão. Sobre a “interrupção do fornecimento de energia”, a oradora não disse uma única vírgula. Apagão é coisa de FHC desde 2003, quando Lula avisou que descobrira uma doutora em energia capaz de tornar o Brasil mais feérico que Las Vegas. Passados dez anos, o que mudou foi o nome da coisa. Apagão virou apaguinho.

O comício em Fortaleza confirmou que o espetáculo da tapeação não pode parar. O Brasil que Lula inventou e Dilma aperfeiçoa é tão deslumbrante que, se melhorar, estraga. Nada a ver com o país infestado de governantes ineptos, ministros corruptos, parlamentares vigaristas e quadrilheiros de estimação. Esse Brasil de verdade castiga o bolso e a paciência dos habitantes com licitações fraudadas, roubalheiras espantosas, colossos que nunca ficam prontos, canteiros de obras desertos, maluquices em ruínas emonumentos ao desperdício. O governo não cuida do que existe nem executa o que planeja, mas é muito inventivo.

Os programas ou projetos federais, por exemplo, já não são enterrados quando morreram. Por falta do atestado de óbito, continuam oficialmente vivos. O Fome Zero, o Primeiro Emprego, o PAC da Copa, o PAC da Olimpíada ou o Segundo Tempo, por exemplo, morreram de inépcia, de ladroagem, de inoperância, de politicagem ─ ou da soma dessas pragas tropicais. Permanecem no porão dos fracassos insepultos,para que os brasileiros que pagam todas as contas não enxerguem os naufrágios que financiaram nem os embustes eleitoreiros em que embarcaram.

É o caso do terceiro aeroporto de São Paulo, que começou a tomar forma em 20 de julho de 2007, na entrevista coletiva concedida por Dilma Rousseff em Congonhas. “Determinamos a construção de um novo aeroporto e a expansão dos já existentes. Os estudos ficarão prontos em 90 dias”, acelerou a Mãe do PAC já na largada do falatório. Onde seria construído?, excitaram-se os jornalistas. “Não sabemos onde será e, se soubéssemos, não diríamos”, ensinou Dilma. “Jamais iríamos dizer isso para não sermos fontes de especulação imobiliária” (veja o vídeo abaixo).

Cinco anos e meio depois, Cumbica e Congonhas estão na antessala do colapso e o terceiro aeroporto não existe. Nesse período, sempre em parceria com o chefe, padrinho e agora preceptor, Dilma fez de conta que reformou Viracopos, construiu o trem-bala, ressuscitou a malha ferroviária e espalhou aeroportos pela rota da Copa de 2014. E ainda achou pouco. Na visita à França, resolveu assombrar uma plateia de empresários com a novidade de dimensões chinesas: a presidente que não construiu nenhum aeroporto vai fazer 800 de uma vez só.

“Oitocentos aeroportos parecem muitos, não?”, perguntou a jornalistas brasileiros um perplexo Tony Tyler, executivo chefe da Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês). Deveria ter buscado informações com gente menos desinformada ─ e menos compassiva com um governo que esconde a indecorosa nudez administrativa com fantasias que fundem muita propaganda, muita discurseira e muito cinismo.

Por ignorância ou má fé, a imprensa limitou-se a reproduzir o absurdo. Existem no Brasil 721 aeroportos ou aeródromos com pistas pavimentadas, quase todos em estado lastimável. Dilma decidiu dobrar esse número porque os eleitores de todas as cidades com mais de mil habitantes merecem andar de avião. Os jornalistas só desconfiaram da conversa de hospício dois dias mais tarde. E então se soube que Dilma, antes da viagem, examinara numa reunião com assessores da área um plano que prevê a construção de menos de 50 aeroportos.

Viraram 800 porque Dilma Rousseff mente compulsivamente, e com a naturalidade de espiã de cinema. A candidata à presidência da República passou a campanha de 2010, por exemplo, prometendo inaugurar 6 mil creches nos quatro anos seguintes. Passados dois anos, construiu sete. Aplicada aos 800 aeroportos, essa conta permite calcular quantos estarão em funcionamento no fim de 2014. Nenhum.


Fonte: Movimento Brasil de Verdade

As contas da conta de luz


Por Míriam Leitão 

Do ponto de vista do consumidor, a notícia não é tão boa quanto parece; do ponto de vista das empresas, é ruim o suficiente. A Eletrobras, se continuasse sendo remunerada até 2015 pelo valor do contrato atual, a R$ 90 o MWh, em média, receberia R$ 20 bilhões a mais do que na proposta de antecipação das concessões. Já o consumidor não terá em 2013 a queda que espera na conta.

Quem consome serviços da Light recebeu este mês a conta com o aviso de que a Aneel autorizou alta de 11,8%. Quando se comparar a tarifa média de 2013 não será 16% a menos do que este ano. Será menor, mas não no tamanho anunciado. A Light e outras distribuidoras que compram energia de Itaipu repassarão para o consumidor o aumento provocado pela alta do dólar. A energia fornecida pela binacional é corrigida pelo câmbio. Há também o repasse do custo do uso das termelétricas. A conta é complicada.

Não é difícil entender por que o valor das ações da Eletrobras evaporou. Os executivos da estatal abriram mão de bilhões em receita. A Moody’s ontem rebaixou o rating da companhia, entre outros motivos, porque a geração de caixa nos próximos anos não será suficiente para cobrir custos operacionais. A empresa que fizer a renovação tem a vantagem de assegurar mais 30 anos de contrato, mas aceita receber um valor bem menor daqui até lá. Foi o que fez a ação despencar. Inúmeros sócios venderam os papéis; o custo para o Tesouro aumentou, será necessário um aporte na empresa que ontem teve sua dívida rebaixada.

Para que a conta de luz caia, o Tesouro terá que injetar dinheiro — o nosso — na Eletrobras. Como a carga tributária sobe há 20 anos, pagaremos menos na conta de luz, mas continuaremos mandando cada vez mais recursos para o governo.

As federações das indústrias fizeram campanha para apoiar a MP 579, acusando críticos da medida de serem contra interesses dos consumidores. Populismo. Eles sabem que há muito tempo se luta pela queda da conta de luz, com a redução das inúmeras taxas, impostos e encargos. O que aconteceu na MP, explica o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales, foi que o governo tinha várias propostas boas para baixar a conta de luz. Mas, na pressa, improvisou um caminho que criou distorções.

O governo se comprometeu a remunerar o custo do dinheiro das indenizações que as empresas de transmissão receberão parcelado, em 30 anos. Mas não formalizou a decisão. No papel, está dito que a correção será apenas pelo IPCA.

— A proposta corrige o capital pela inflação, mas não traz rendimento adicional que as empresas teriam com investimentos. Cemig e Cetep aceitaram porque integrantes da Aneel, do Ministério das Minas e Energia e do Tesouro disseram, de boca, que vão remunerar também o capital. Mas isso é um improviso, não está oficializado — explicou Sales.

O governo deu às empresas um prazo de 60 dias para decidir sobre as novas regras. Mas os contratos têm até 30 anos de duração. Houve pouco tempo para se tomar uma decisão de longo prazo. As regras já foram mudadas no passado recente, mas com tempo para o entendimento do impacto da proposta.

Os impostos continuam altos. De cada R$ 100 da conta, R$ 45 são impostos, contribuições e encargos que vão parar nos cofres dos governos federal, estadual e municipal. A MP 579 tira apenas R$ 7 de impostos e encargos da conta. Os outros R$ 13 — para se chegar à queda média de 20% prometida pela presidente Dilma — saem das empresas. Com menos caixa, as companhias reduzirão investimentos. Isso aumenta o risco do sistema. Imagina quando o Brasil estiver crescendo!


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Elmano é convocado por edital


O Tribunal de Contas dos Municípios está convocando por edital, publicado no Diário Oficial do Estado, da última segunda-feira, Elmano de Freitas da Costa, para apresentar, naquela Tribunal, no prazo de 15 dias corridos, sua defesa no processo de Prestação de Contas de Gestão das época em que ele foi secretário de Finanças do Município de Fortaleza, entre 10 de janeiro a 8 de fevereiro do exercício financeiro de 2011.
Elmano de Freitas foi candidato a prefeito de Fortaleza, pelo PT, perdeu no segundo turno para Roberto Cláudio. Atualmente ele é secretário de Educação do Município, cargo que voltou a ocupar logo depois de terminada a disputa eleitoral.  A convocação está sendo feita por edital, segundo o Tribunal de Contas, em razão de ele não ter sido encontro pelas vias normais em três tentativas feitas de notificá-lo.